O hábito de ter um Moleskine sempre à mão foi, não minto, copiado após saber que Van Gogh, Picasso, Hemingway entre outros famosos faziam uso do tal caderninho para fazerem seus rabiscos, rascunhos, desenhos e suas anotações. Por que não ter um destes? Procurei saber mais... é uma caderno de notas para se levar a qualquer lugar, tem capa dura, pode-se escolher o modelo com pauta ou sem, com quadriculado, folhas especiais para desenho ou formato de agenda... e depois soube que poderia adquirir um modelinho na Livraria Cultura - um dos meus paraísos de consumo em Sampa. Não resisti: desde 2009 adotei o Moleskine como acessório essencial!!

Atualmente carrego comigo um modelo fake (o das cores portuguesas aí da foto) adquirido no Afonso Pena para atender a uma situação de emergência: embarcar pra qualquer lugar sem um caderno para anotações? Nem pensar! Vai um genérico mesmo!
Curioso é que lembro de usá-lo estando em uma mesa de bar, restaurante ou café, é quando entre aperitivos ou cafezinhos o "Moleskine" é retirado da bolsa e entra em atividade...às vezes uma pequena anotação sobre data e local; em outras, um registro mais detalhado da situação, ideias para serem guardadas ...
Outra curiosidade é que o tratamento recebido, em alguns lugares, fica diferente quando começo a escrever no caderninho. Garçons e atendentes se desdobram em atenção. Qual será a impressão? Fiscal? Avaliadora? Já rendeu situações engraçadas, acreditem.
Para adquirir o próximo caderninho, não será mais necessário ir a Sampa, já encontrei os originais por aqui mesmo (com um precinho bem salgado, diga-se)!!Mas vale o charme de tê-lo como companheiro numa happy hour por aí...
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