Há 28 anos que comemoro o segundo domingo de maio como mãe, mas ontem foi especial: foi meu primeiro dia das mães como avó! E não podia ser de outro jeito: sábado, Selso e eu pegamos a BR 376 com destino a Floripa para reunir todos em volta de mim!! E a família aumentou porque são três filhos (Sandra também se tornou filha) e uma netinha muito fofa. Mas não tenho só a família que formei, tenho também a família de origem, que não pode ser esquecida... sendo assim, ontem estávamos TODOS juntos mesmo: minha mãe (uma bisa bem faceira), meus irmãos e meu sobrinho. Quanta gente! Quanta alegria! Como é bom!
Não gosto muito da idéia de entrar na paranóia comercial em torno da data, creio que o maior presente para uma mãe é ver os filhos felizes, perto ou longe, mas felizes!!! Meu presente ontem foi perfeito! A alegria em cada um. Os olhos brilhando simplesmente porque estávamos juntos.
Entenda-se: um presentinho é sempre bem-vindo! Às mamães da família dei uma ecobag, hecho a mano, (pra fazer propaganda do artesanato feito em parceria com a comadre Selmira)... e adorei ganhar um espumante francês da Renatinha (ela conhece a mãe, hehehehe). Ainda estou no aguardo da prometida máquina de costura que irei ganhar do marido (já está até escolhido o modelo que permite fazer quilt e patchwork)! Aliás, isto é uma prova de como as coisas mudam com o passar do tempo... em outra época a ordem era enfática: “não me venha com panelas, batedeira, aspirador de pó, liquidificador e uma infinidade de idéias “originais” que sugerem mais serviço para a querida MAMÃE” hehehehehe
Sempre ouvi falar que ser avó é uma delícia, e venho provando esta sensação desde o nascimento da pequena Ana, em dezembro do ano passado e, a partir dali, adotei a denominação usada pela Ingrid: sou uma AVÓ ENCANTADA, literalmente. É estranho (no bom sentido!) olhar para um bebê e ver o seu filho nele. Reviver os cuidados que uma criança pede, embalar, ninar, cantar, fazer caretinhas, e falar com aquele serzinho adorável, achar bonitinho tudo que ele faz é como voltar no tempo...Olho pra Rê e digo “você já foi o meu bebê!”; chego perto do Gus e digo: “você consegue imaginar o que eu sinto, quando vejo você embalando a Ana?Era você que eu embalava!”
É tudo muito mágico e quase inexplicável, por isso me sinto mesmo ENCANTADA com tudo isso! Desejo que todas as mães tenham a felicidade de se sentirem assim...
Preciso dizer que não só sou muito feliz como mãe, mas também como nora de uma sogrinha tão carinhosa. Me senti homenageada com esse post. Beijão, adoro você.
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